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Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Para reflectir...

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que se expresse sua opinião...
Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.

Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir...
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade   quando for preciso.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a
mesma...

Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado...
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece.

Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...
Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e as vezes impetuosas, a cada dia que passa.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar...
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.

Fácil é ditar regras e,
Difícil é segui-las...

(*) Título original: Reverência ao destino (Carlos Drummond de Andrade)

 

 

 

 

 

publicado por acreditarnodestino às 10:10

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Já dei uns passinhos...

Olá

 

Pois é... o meu filhote está a ficar um homenzinho.

Está quase a fazer um ano, as traquinices, as birras, os sorrisos, os miminhos são uma delícia. Fazem de mim uma mãe feliz.

Gatinha pela casa toda a 100 à hora, parece um foguete. Agora já anda agarrado a tudo em pé, e já começa a tentar aventurar-se a andar sozinho. Esta semana lá deu dois passitos sem estar agarrado a nada, mas o medo fê-lo novamente agarra-se, noto que ainda não se sente seguro.

Tudo para ele é uma descoberta, adora estar em frente à máquina da roupa, parece um tolinho a rodar com a cabeça.

Se apanha a máquina da louça aberta aí vai ele, tenta por tudo ir lá para dentro.

Sapatos... adora sapatos, se os apanha esconde-os, brinca com eles e agora a última é tentar calça-los.

Já diz papá, mamã, cao, pápa, pópó, vovó, nina (menina), e se perguntarem o tomás? ou chamarem por ele começa: toki... ihihihih.

Telemóveis, adora, pega em tudo que pareça um telemovel, põe no ouvido e lá começa ele a palrar e a dizer: toto, ié (quem é?) isto de me ouvir a falar ao telemovel, sim... porque ás vezes pareço uma central telefonica.

 

Tenho-me deliciado, tenho-me sentido feliz por esta minha vitória, por ter conseguido aguentar a minha gravidez até ao fim mesmo com tantos medos, sustos, mesmo que o tenha feito sozinha. Sinto-me feliz por este ano tão conturbado, tão isolada do mundo, tão deprimida e infeliz com a vida, ter conseguido passar tranquilidade, serenidade e felicidade ao meu filho, olho para ele e vejo que o conseguir manter afastado de tudo de mal que nos rodeava, que consegui que ele não sentisse a solidão que eu sentia, olho para o meu filho e vejo que é uma criança feliz.

 

Obrigada amor por este ano, obrigada por me mostrares que a vida vale a pena, adoro-te filho.

publicado por acreditarnodestino às 09:57

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Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

ora vamos lá esclarecer uma coisa...

Olá...

 

Hoje dei me conta que tenho que esclarecer uma coisa a muita gente.

Durante muito, muito tempo eu fui amiga de muitos, mas na realidade tinha muito poucos amigos, aqueles que são realmente amigos, os verdadeiros.

 

Como me fartei de levar pancadas, resolvi a questão desta forma, e é isto que quero esclarecer...

Hoje eu sou amiga, no verdadeiro sentido da palavra, de muito, mas muito pouca gente mesmo. E colega de imensa gente.

Sou amiga com tudo que isso implica, dou a camisola, dou a alma se for preciso, mas por muito poucos, porque muito poucos o merecem.

Enquanto que de muitos sou colega, SIMPLESMENTE COLEGA, com udo que isso também implica.

 

Por isso minha gente, não estou cá para fazer fretes a ninguém, não estou cá para ser simpática apenas por ser, não estou cá a ser cínica com ninguém.

Digo o que penso, até porque sinceramente... porque raio é que havemos de dizer nas costas aquilo que podemos dizer na cara? Porque raios havemos de estar com rodeios, quando podemos ser curtos e directos? Porque raios hei-de ser socialmente correcta e estar com meias palavras quando os outros não o fazem?

 

Quem gostar gosta, quem não gostar paciência. Não ando aqui para agradar a ninguém.

 

 

publicado por acreditarnodestino às 17:45

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Terça-feira, 9 de Junho de 2009

eu sei... ando desaparecida

Olá

 

Eu sei que há muito que não escrevo, mas não me tem apetecido. Para lém disso o tempo também não tem sido muito.

Como já disse estou num emprego novo que me tem absorvido imenso. O dia a dia tornou se a mil à hora e quando chego a casa dedico me ao meu filhote.

Além disso, ando novamente em baixo, ou melhor, nunca me senti verdadeiramente melhor. As coisas não têm sido fáceis, continuo com a minha amiga depressão sempre atrás de mim, continuo a emagrecer dia para dia, e começo sinceramente a ter medo de não voltar ao que era.

Ando numa de introspecção, de procurar os porquês, de procurar entender o que se passa a minha volta, e na maioria das vezes não gosto das respostas que encontro. Magoa me perceber que a vida não me tem sorrido, que luto constantemente em busca de uma felicidade que não encontro, de um bem estar perdido há muito no tempo e que sinto imensa necessidade de o recuperar.

Tudo deixou de fazer sentido, vivo em função do meu filho, mas isso não pode ser a unica razão de viver, isso não pode ser a unica coisa que me move, não me sinto bem, pois acabo por exigir demais, acabo por não estar bem para passar equilibrio ao meu filho.

Apesar de tudo, acho que o tenho conseguido fazer, acho e sinto que consigo, apesar de tudo o resto passar essa tranquilidade ao Tomás. Ele é um bebé feliz, muito sorridente, traquinas, mas tranquilo. O que mais me agradar é quando vamos ao pediatra ouvi-lo dizer: nota se que é um bebé com carinho e amor, que é um bebé feliz. Ao menos o meu filho não tem sentido esta minha dor.

 

Este mês tem sido um tormento, o Tomás vai fazer anos, todos falam no mesmo, e a mim só me ocorre uma coisa, como vou eu conseguir viver o 1º aniversário do meu filho, como vou eu irradiar alegreia, quando no dia anterior faz 2 anos que me arrancaram a minha filha? Que mãe sou eu que em vez de estar feliz pelo aniversário do Tomás, não me saí da cabeça esta preocupação, não me consigo afastar da memória da minha Beatriz, em prol do aniversario do irmã?

 

sinto-me: a morrer aos poucos
publicado por acreditarnodestino às 22:28

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