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Sexta-feira, 7 de Agosto de 2009

esquecer é perdoar?

Saber Perdoar ou Saber Esquecer? Será que são aspectos diferentes, será que um implica o outro e estão intimamente relacionados?
Para Perdoar, no sentido lato da palavra, é imprescindível esquecer o motivo do perdão?.. Mas como é isso possível? Quer seja em “grandes coisas”, que magoam tanto lá no fundo e deixam-nos marcas e cicatrizes pesadas que nos afectam muito, ou mesmo naquelas “pequenas coisas”, a que talvez nem devêssemos ligar tanto…
Por outro lado, uma coisa é dizer “Desculpa por te ter partido um copo.”, outra coisa é dizer “Desculpa por te ter partido o coração.”. Da mesma forma, tudo depende da pessoa, da nossa relação com ela, do que sentimos por ela, do contexto, entre tantos outros factores.
Mas é obvio que não estou a falar das pequenas desculpas, mas sim dos grandes perdões. Às vezes essa pessoa nem chega a admitir que errou, nem chega a pedir perdão, ou pede sem o sentir…
E quando alguém nos perdoa algo ou vice-versa mas, posteriormente, por um motivo qualquer, essa situação é lembrada, por exemplo com a frase: “Não te lembras do que já me fizeste…” e lá se joga à cara o que já deveria ter sido esquecido… Isso usualmente ocorre em discussões, nas quais que em vez de argumentos plausíveis, se usa o passado como arma de arremesso… E o outro ou responde ou pensa “Pensava que me tinhas perdoado.”
Ai a minha memória de Elefante, para mim deve ser complicado perdoar alguém… Perdoar, esquecer… Esquecer, perdoar… Somente perdoar!
Não se esquecem os motivos do Perdão, apenas tentamos compreender as razões, apenas tentamos dar uma segunda oportunidade, apenas tentamos seguir o nosso trilho de vida com menos um peso sobre as costas…
Mas… Será que tudo tem perdão? Será que todas as situações são passíveis de perdão?
Difícil, extremamente difícil…


“Perdoar e esquecer equivale a jogar pela janela experiências adquiridas com muito custo.”
Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos para a Sabedoria de Vida

publicado por acreditarnodestino às 18:09

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