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Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007

Os dias passam, e o sofrimento persiste

Olá

 

Hoje, e nestes últimos dias tenho-me sentido particularmente triste e com necessidade de me isolar do mundo.

Parece que afinal o tempo não cura tudo, pelo menos a mim não está a curar. O pensamento constante da perda de um filho é difícil de controlar.

Continuam a cobrar que esqueça, continuam a não perceber que existem dias que para mim não são fáceis.

Parece que ao meu redor todos esqueceram que um dia eu perdi um filho, que mo foi arrancado pela vida sem ser meu desejo, sem eu ter qualquer controle.

Dedico-me a 200% ao trabalho e tem sido o que me tem movido, apenas isso, o trabalho. Sinto que estou muito mais exigente em tudo o que faço. Mas e o resto?

Emocionalmente sinto-me cada vez mais a andar para tráz, sem vontade para nada, sem vontade de sorrir.

Sinto-me sufocada, a rebentar por dentro de tanta dor silenciosa que sou obrigada a ter. Não me permitem mostrar que não estou bem, mas já cheguei a um ponto, que nem mesmo isso me faz tentar mostrar o contrário. Noto que todos dão conta que não sou a mesma, e estupidamente perguntam o que tenho, porque ando assim? Nem me apetece responder, porque sinceramente para mim não há resposta, não será obvio aquilo que se passa comigo? Pelos vistos não. Pelos visto sou diferente. Não sou, e sei bem disso, tantas mulheres como eu sabem o que é a dor de se perder um sonho, de se perder quem trazemos no ventre, independentemente do tempo de gestação, enfim, de se perder um filho.

Porque perder um filho é perder um pedaço de nós!!!

 

 

Sandra

 

sinto-me: isolada do mundo
publicado por acreditarnodestino às 23:21

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